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Economia Circular

Economia Circular – Parte 2

Neste post vamos te contar porque o setor industrial precisa se adaptar urgentemente a esse novo modelo de economia. Fique com a gente!

 

Apesar de já ser uma realidade em muitos mercados e estar em crescimento, a economia circular ainda precisa de mais adesões. 

Muitas empresas precisam passar por adaptações para poderem substituir o tradicional modelo econômico linear, que não se preocupa com questões relacionadas à sustentabilidade e, portanto, com a gestão integral do ciclo de vida dos produtos.

 

Durante o 1º Circular Summit – evento realizado nos dias 11 e 12 de agosto de 2021 – a especialista Catherine Weetman, fundadora e CEO da Rethink Global, apontou que as empresas estão vivendo uma década decisiva e que aquelas que não se adaptarem “correrão risco”. 

 

Para Weetman, a economia circular vai muito além de ampliar os esforços de reciclagem e usar uma nova geração de materiais. Ela aponta que é preciso repensar o design de produtos, a escolha de materiais, os modelos de negócios e as políticas industriais. 

 

Sustentabilidade em pauta 

 

Dados da pesquisa global “Approaching The Age of Performance”, encomendada pela empresa inglesa Aveva – fornecedora de software industrial – apontam que 85% das companhias do setor industrial estão decididas a aumentar seus investimentos em transformação digital nos próximos três anos.

 

Os principais objetivos com os novos investimentos são o combate às mudanças climáticas, o aumento da automação e a descoberta de benefícios de desempenho de tecnologias avançadas. 

 

Para a pesquisa, foram entrevistados 850 especialistas em transformação digital de diferentes setores – manufatura, infraestrutura, energia e processos químicos -, de países distintos, entre eles Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, México e Reino Unido.

 

Segundo a pesquisa, a pandemia elevou o índice de percepção sobre questões ambientais nas empresas. Cerca de 90% das companhias citam essa temática como uma área central de ações. 

 

Os dados mostram que 89% das empresas participantes do estudo estão comprometidas em alcançar emissões líquidas zero de carbono em seus negócios. Além disso, pretendem combater as mudanças climáticas dentro de um horizonte de cinco anos.

 

De acordo com as lideranças entrevistadas, o foco na sustentabilidade se tornou um pré-requisito para a indústria. 

 

Inovar para transformar 

 

As demandas ligadas à sustentabilidade devem impulsionar a inovação na indústria. 

 

A pesquisa aponta que 85% das empresas pensam desta forma e planejam aumentar a visibilidade e a garantia de desempenho para métricas relacionadas à sustentabilidade. 

 

Atualmente, no topo do ranking da corrida global pela inovação empresarial alinhada ao meio ambiente estão Alemanha, Áustria e Suíça. Nestes países, 47% das empresas veem essas ações com um foco significativo. A média global é de 41%.

 

O estudo ainda mostra que cerca de 80% das companhias estão focadas em cumprir ou exceder as regulamentações ambientais. Cerca de 83% afirmam que vão dar prioridade à transição para fontes de energia renováveis. O apoio à economia circular e à reciclagem dentro da cadeia de valor é importante para 83% das empresas, sendo 44% delas da América Latina. 

 

A Mais Polímeros, assim como seus parceiros, investe e apoia ações que minimizem os impactos ambientais gerados pela atividade industrial da cadeia do plástico. Acreditamos em um futuro circular e estamos empenhando esforços nesta jornada.